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 [FP] Uriel J. Lehahiah

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Andrew Jenkins Ellis
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Mensagens : 1
Data de inscrição : 02/05/2012

MensagemAssunto: [FP] Uriel J. Lehahiah   Qua 2 Maio - 17:34

Nome: Uriel J. Lehahiah
Idade: Indeterminada
Idade Aparente: 22
Descrição do personagem: A personalidade de Uriel é como uma dadiva. E aquilo que é, e é adoravel. Não há nada que se deseje adicionar a ela, e ao se aproximar você é refrescado e encorajado.
A personalidade de Uriel e uma dádiva. Ea está sempre presente, embora tenho pouco a ver com a cane ao redor. Ela é mais como um contraste no qual seus olhos podem dancansar.
E é também, as vezes, um ligar de reconciliaçao, pois quando esta presente, sentimentos conglitantes econtram-se harmonizando-se.
A personalidade de Uriel é uma visao que todos amarao, pois ela e natural como a sua vidade das montanhas. Ela nao possiu inibiçao nem se impoe. Ela é como uma criança, pois em suas açoes nao existe qualquer motivo oculto. A mente já estpa absorta em outro lugar e, assim aquilo o que é feito e é visivel e simplesmente o que existe. Agir na companhia da Uriel é agir como alguem para o qual tudo é novo e fácil. Existe realização sem qualquer luta e mesmo as menons coisas são prazerosas, como frequentemente acontece com aquilo que se faz pela primeira vez. Uriel possiu caracteristicas muito profundas, embora nao esteja envolvido com ninguem e se direcione somente ao criador, ele conhece profundamente o espetáculo do mundo (Formas e cores dos movimentos das pessoas). E possuindo a habilidade de passar sorrateiramente por entre eles, conciente das armadilhas, ele nao e um guerreiro, pois num guerreito ainda existe pouca tolice que o coloca em risco.
A personalidade de Uriel e multifacetada. É expressiva em muitos lugares simultaneamente, em niveis diferentes, mas cada uma das fases encaixa precisamente na outra. Para ele, um minuto pode contar mil anos, pois ele mede as coisas por amor. E o pode que os pequenos feitos trazem consegue tornar-se leve.
Grupo : Pure Angel
Conte sua História:
Nascido do puro amor de Deus, surgiu o serafim Uriel sendo um dos mais proximos ao poder do criador e gozando de sua confiança e misericordia. Ante a situação caotica em que o mundo mortal se encontrava Uriel foi mandado á terra por Deus para que pusesse um fim a esta epopeia. Antes de ir, no entanto, Deus lhe deu
um presente: Uma Gladius Misericordiae e a Dagger of Lucifer. (Espada feita de uma liga de ouro e prata celestial capaz de matar outros anjos e criaturas sobrenaturais. Diz-se que a espada muda
de cor trinta vezes ao dia e que possui no punho um pedaço da Lança do destino, a arma que feriu Jesus Cristo na cruz.) Como um serafim, Uriel possuia 3 pares de assas, onde um dos pares possuia duas pequenas penas de prata incrivelmente afiadas, asas que so podiam ser feridas por uma arma que ele mesmo a possuia,e que somente ficavam visiveis
quando ante a presença de alguma essencia angelical, ou fruto de seu proprio desejo. Aos pes de Deus e de seusirmaos, Uriel jurou trazer ao mundo mortal a verdadeira paz... mesmo que tenha
que matar seus proprios irmaos, os Anjos caidos. Sua chegada ao mundo humano deu-se em uma noite chuvosa e escura. Caido em meio ao nada e com uma dor lascinante por todos os poros de seu corpo Uriel so pensava em uma coisa... encontrar seus irmãos nao corrompidos pelos pecados humanos e pelos sussurros misteriosos dos anjos ja caido, para que estes lhe auxiliassem no comprimento de sua missão neste mundo. Perdido sem rumo e com suas ideologias a lhe inflamarem o peito, Uriel meio que cambaleando caminha em direção ao que pareciam ser luzes, onde certamente começaria a sua jornada em meio aos humanos
e o que mesmo os humanos nao sabiam da existencia. Levantando-se completamente, Uriel com olhar perdido no nada para a frente a cidade fitando os seres quase
rastejantes a que se propunha a ajudar.
Entrando na cidade, obtendo uma habilidade de Manipulação de seres vivos (Poderes ligados a manipulação de pessoas e animais. Estes poderes incluem mudar o modo em que o alvo percebe a realidade, ou forçar o alvo a realizar tarefas de sua escolha.) Tendo como fraqueza ataques fisicos em meio a execução da habilidade, isso leva Uriel a ter sua mente é afetada diretamente e seus poderes ficam bloqueados
momentaneamente, caso ele seja atingido em um ponto X abaixo de seu segundo par de asas entre o ligamento de seus pares inferiores e superiores esse tempo pode aumentar ainda mais, chegando ao ápice de ficar semanas sem poder usar sua habilidade.
Uriel ouvia sons que nunca pensara ouvir, cheiros estranhos um tanto doces e outra sensações que no céu, ou como qualquer outro humano o chamaria “Paraíso", nunca sentira. Suas botas encharcadas e com respingos de lama, faziam barulho ao triturar o cascalho solto sob os seus pés no asfalto esburacado do gueto da cidade de Nova York. Seus olhos azuis fitavam os moradores de rua e a imundície em que se encontravam, ouvia gritos vindo de
famílias desestruturadas. Sentia em seu intimo desespero e o desejo de
libertação em que se encontravam essas pessoas quase esquecidas. Seu silencio apenas era interrompido pelo chapinhar insistente de suas botas na água empoçada na rua e por sua respiração profunda. De súbito, ouvi uma porta bater-se exageradamente alto e uma garota loira vir cambaleante em sua direção, em seus olhos ele via a mais pura e fria tristeza embora ele não entendesse
esse sentimento podia entender o pedido subentendido de ajuda contido naqueles olhos cinzentos. Automaticamente ao ver a moça tão fraca ele a segurou entre seus braços apoiando-a antes que a mesma caísse. A garota, no entanto, num átimo de força, olhou-o nos olhos suplicante, tentando desvencilhar-se dos braços que a cercavam e num sussurro angustiado disse a frase que seguiria Uriel por toda a eternidade "Ele se esqueceu de nós... Não vale a pena viver." Ainda cambaleante a garota não encontrou resistência ao aperto fraco de Uriel, soltando-se facilmente, deixando-o atônito. Ele sabia do caos em que o mundo
estava, no entanto, nunca estivera tão próximo da dor que os seres humanos experimentavam. Em meio ao silencio sepulcral daquela noite apenas rompida pelos soluços insistentes da mortal, um som maléfico e malicioso fez-se ouvir. Uma risada digna dos filmes antigos de terror.
Levantando os olhos e com um leve arrepio ao sentir a presença de um ser quase angelical Uriel viu um de seus irmãos caídos. "Da
mihi puellam ... frater." disse o outro com um brilho rubro nos olhos
de alguém que um dia também quis o bem da humanidade. "Haziel." disse
Uriel olhando-o sem emoção na voz ou nos olhos, colocando a garota inconsciente no chão colocando-se a frente da garota, Uriel abre lentamente seus 3 pares de asas, asas tão alvas quanto a neve em uma manha ensolarada. Haziel ao ver as asas de seu irmão se abrirem, sorri um tanto sinicamente imitando seu movimento ao abrir suas asas, estas porem negras pois haviam perdido o brilho divino. "Frater ... cuncta
ferro minus volunt uti contra caro de carne mea ..." Haziel ao ouvir tais palavras almentou ainda mais seu sorriso e tirou da bainha que trazia a cintura uma espada de punho negro e vermelho, com uma lamina fosca de metal envelhecido. Em resposta, Uriel enfiando a Mao entre suas
asas fechando os olhos tão lentamente quanto trazia sua mão de volta com Gladius Misericordiae em punho, uma espada criada por arcanjos que parecia reluzir em prata e ouro. Haziel utilizando-se de sua velocidade natural aproxima-se rapidamente de Uriel
com o objetivo de imobilizá-lo. Uriel girando sua espada coloca-a na altura de seu pescoço, colidindo sua espada com a de Haziel. "Quid frater?"
pergunta Uriel com tom de voz baixo e calmo. "Noli me vocare fratrem... non long'm!" e a única resposta que Haziel da-lhe, sua voz tingida de ódio. "Forsitan illices etiam mores impetro domum fratris..." Exclama Uriel sem mudar seu tom de voz. Os serafins em um beco escuro e sob a chuva forte e intensa que voltava a cair, forçam as espadas uma contra a outra fazendo ruído de metal partindo-se. "Ego sum obsistere his electi fratris mei..."
Haziel apos ter sua espada partida ao meio por Uriel tenta-se distanciar do anjo com o proposito de bater asas e voar. Com desprezo por ver o que seu irmao havia se tornado, Uriel olha fixamente nos olhos da
Haziel paralisando-o com uns de seus dons que foram dados antes de descer ao mundo mortal. Sua Rajada
Psiônica faz com que Haziel sinta uma grande e aguda dor no peito fazendo-o se ajoelhar diante de seu irmao. "Is ends hic,
frater meus." Olhando Haziel no chao, Uriel aponta a Gladius Misericordiae em direção ao corançao de seuirmao, cravando-a profundamente em seu coração. Fechando os olhos, Uriel ainda
com a espada em punho vira-se olhando a jovem que ali estava caida, pegando a jovem nos braços ainda desacordada, Uriel caminha em direção a saida do beco a procura de um lugar segura para que a garota pudesse descansar.


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Viollet Baudelaire
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MensagemAssunto: Re: [FP] Uriel J. Lehahiah   Qua 2 Maio - 21:33

**APROVADO!! Seja bem vindo Anjinho!!

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